terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Por que mais um livro contra Deus?
O Código da Vinci já saiu de moda. O livro do momento é "Deus, um Delírio" (The God delusion), de Richard Dawkins. Parece que a imprensa internacional nunca viveu um período tão triunfalista quanto ao lançamento deste livro. "Em Deus, um delírio, a debilidade intelectual da crença religiosa é desnudada sem piedade, assim como os crimes cometidos em nome dela" (The Times). "Este livro é um apelo declarado para que não nos acovardemos mais" (The Guardian). "Richard Dawkins é nosso ateu mais brilhante" (The Spetactor).
Segundo o próprio Dawkins, se o livro funcionar do modo como ele pretende, os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem. Ele retratada a religião da pior maneira possível e tenta mostrar que esta é a origem de toda a maldade existente no mundo (associando-a com o Talibã, os ataques suicidas, as cruzadas, os evangélicos extorquindo dinheiro se seus fiéis).Diz também que os ateus precisam "sair do armário", proclamado o orgulho ateu, assim como fizeram os corajosos homossexuais. Combate toda forma de ensino religioso às crianças, mostrando que as pessoas estão aprisionadas em uma religião, que geralmente é a dos pais, pois foram vitimas de uma doutrinação infantil (quer que as crianças aprendam somente a teoria da evolução, não como a teoria razoável e bem-fundamentada que é, mas como um fato absoluto e indiscutível). O livro mostra que a saída para a humanidade está no ateísmo e no fim de todas as religiões. O autor tem sido alardeado como um dos três principais intelectuais do mundo (junto com Umberto Eco e Noam Chomsky).
Mas o livro também tem atraído muitas críticas e decepções. Três livros já foram escritos até o momento contestando suas idéias, os quais Richard Dawkins chama de parasitas em seu website. A Editora Mundo Cristão apresenta uma contestação evangélica, e chama de O delírio de Dawkins. Escrito por Alister McGrath (da Universidade de Oxford), outrora ateu, doutorou-se em biofísica molecular antes de tornar-se teólogo. Este acredita na absoluta inconsistência dos argumentos de Dawkins, aliados à uma intolerância desmedida. E segundo Francis Collins, diretor do Projeto Genoma, "Alister McGrath analisa as conclusões do livro Deus, um delírio e desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath demonstra como Richard Dawkins abandonou sua usual racionalidade para abraçar o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista".
O Delírio de Dawkins mostra que há muita especulação pseudocientífica associada a críticas culturais mais amplas sobre a religião. O livro é em geral pouco mais que um ajuntamento de falsas afirmações convenientemente exageradas para alcançar o impacto máximo de manipular e influenciar a opinião pública. Alister McGrath supõe que seu livro seja lido principalmente por cristãos desejosos de saber que dizer a seus amigos que leram Deus, um delírio, os quais estarão se questionando se os cristãos são de fato tão pervertidos, degenerados e irracionais como o livro os descreve. Espera, também, que entre os leitores possam existir ateus, cuja mente ainda não esteja totalmente fechada.
Ateísmo
Existe um grande número de pessoas sem religião, divididos basicamente em três grupos: os não-praticantes, que acreditam em Deus, expressam uma fé, mas que não costumam freqüentar a uma igreja; os agnósticos, que só admitem os conhecimentos adquiridos pela razão e evitam qualquer conclusão que não possa ser demonstrada cientificamente; e os ateus, que não acreditam em Deus e negam qualquer forma de divindade.
Em 1882, o filósofo Friedrich Nietzsche (1844–1900), expressando o crescimento do ateísmo, declara: "Deus está morto!" Nos anos 1960, com a proclamação da Nova Era, diziam que a religião estava desaparecendo. Mas se o fim das religiões já era previsto há muitos anos atrás, porque seria necessário escrever mais um livro desse tipo?
O ateísmo vem crescendo a cada ano em todo o mundo. A Europa já foi o berço do cristianismo para a humanidade, e hoje caminha rumo à escuridão da fé. Nos últimos 100 anos, o ateísmo cresceu de aproximadamente 1,7 milhão para cerca de 130 milhões de pessoas. Só entre os britânicos, 44% das pessoas declararam não acreditar em Deus. O escritor Richard Miniter (correspondente do jornal inglês The London Sunday Times em Bruxelas, na Bélgica) declarou: "Quando você diz aos europeus que vai à igreja aos domingos, as pessoas o olham como se fosse uma peça de museu. Lá, apenas 5% da população freqüenta cultos regularmente e, deste percentual, 3% são negros.
Contudo, só o fato de Richard Dawkins ter escrito um livro de mais de quinhentas páginas combatendo toda idéia de religião (especialmente o cristianismo) é em si mesmo altamente significativo. O que chama a atenção em Dawkins é o surgimento de uma nova expressão no panorama religioso do país: o ateu militante. Ele não é apenas um não-religioso, mas ANTI-RELIGIOSO. A sociedade vibra com suas idéias, sem dar o menor valor para a importância deste fato: os nazistas eram anti-judeus, os skin-heads são anti-homossexuais e anti-negros. E esse ódio a um grupo especifico de pessoas tem gerado as maiores atrocidades cometidas pelo ser humano. Agredir a uma pessoa é um ato repugnante em qualquer cultura. Mas se essa pessoa faz parte do Mal, precisa ser exterminada.
À semelhança dos religiosos, eles organizam encontros, participam de grupos de discussão na Internet e até fundaram uma ONG, a Sociedade Terra Redonda. O objetivo não é outro senão conclamar as pessoas sem fé religiosa a assumir o próprio ateísmo, e ridicularizar todo tipo de expressão mística ou religiosa. Apesar de todo este esforço, Nietzsche morreu, juntamente com muitos grupos ateístas. Mas Deus está mais vivo do que nunca.
O pianista cósmico
(Por Michelson Borges, citando a revista Diálogo Universitário 5, de 1993)
Imagine uma família de camundongos que tenha vivido toda sua vida em um grande piano. A eles, no mundo de seu piano, vinha a música do instrumento, enchendo todos os lugares escuros com som e harmonia. No início, os camundongos ficaram impressionados. Eles extraíam conforto e admiração do pensamento de que havia Alguém que produzia tal música, embora invisível a eles. Gostavam de pensar no Grande Pianista que não podiam ver.
Então, um dia, um destemido camundongo resolveu subir na parte superior do piano e retornou cheio de idéias. Ele tinha descoberto como a música era produzida. As cordas eram o segredo – cordas firmemente esticadas com tamanhos graduados, as quais tremiam e vibravam. Eles deviam agora fazer uma revisão de suas velhas crenças; ninguém, a não ser os mais conservadores, poderia crer mais no Pianista Invisível.
Mais tarde, outro explorador conduziu a explicação mais adiante. Martelos eram agora o segredo, um número de martelos dançando e saltando sobre as cordas. Esta era uma teoria um pouco mais complicada, mas tudo demonstrava que eles viviam em um mundo puramente mecânico e matemático. O Pianista Invisível passou a ser considerado um mito.
Mas o Pianista continuou a tocar.
http://www.richarddawkins.net
http://www.odeliriodedawkins.com.br
http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=74&materia=837:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u322666.shtml:
http://www2.uol.com.br/debate/1380/cadd/cadernod02.htm
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/08/dawkins_um_deli.html :
http://malprg.blogs.com/francoatirador/2007/08/o-evangelho-seg.html:
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Postado por ezequielnetto
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Ezequiel Netto
Pode a Vida Ser Produzida em Laboratório?
Se todo ser vivo é gerado de um ser precedente, igual a ele, como surgiu o primeiro ser? Essa pergunta vinha incomodando a humanidade até que, por volta dos anos 30, o russo Aleksandr Oparin desenvolveu uma teoria para desvendar o mistério. Segundo ele, a vida surgiu há cerca de 3,5 bilhões de anos, originando-se a partir da combinação de elementos químicos presentes na Terra primitiva. Oparin publicou sua tese num livro, A Origem da Vida, mesmo não tendo elementos que a comprovassem.
Em 1953, a revista científica Science publicou uma notícia bombástica: os pesquisadores Stanley Miller e Harold Urey haviam finalmente conseguido reproduzir a origem da vida em laboratório, confirmando a teoria de Oparin! Partindo da hipótese de que as condições na Terra primitiva favoreciam a ocorrência de reações químicas que transformavam compostos inorgânicos em compostos orgânicos precursores da vida, Miller e Urey realizaram o seguinte experimento:
Em um recipiente projetado para ser uma versão artificial da (suposta) atmosfera terrestre primitiva, inseriram os principais gases atmosféricos como gás carbônico, oxigênio e metano, além de vapor d’água. Por meio de descargas elétricas e ciclos de aquecimento e condensação de água, obtiveram, após algum tempo, moléculas dos aminoácidos glicina e alanina. Como esses aminoácidos entram na composição de proteínas, que, por sua vez, são essenciais à vida, eles concluíram que as condições primitivas da Terra teriam permitido a formação de moléculas orgânicas através de reações químicas na atmosfera e, consequentemente, o aparecimento de vida.
Miller foi muito criticado por alguns cientistas, pois anunciou ter descoberto a origem da vida depois de ter produzido apenas dois aminoácidos em seu laboratório, sendo que a vida, em sua forma mais elementar, requer um mínimo de 20 tipos diferentes. Em tempos mais recentes, porém, outros cientistas repetiram o mesmo experimento e conseguiram obter 22 aminoácidos. Embora até hoje não exista processo conhecido que tenha convertido esses aminoácidos em uma forma de vida, os evolucionistas afirmam que esse experimento é prova de que a vida originou-se a partir de produtos químicos inorgânicos. É essa também a base usada nas escolas para ensinar a teoria evolucionista da origem da vida.
O que os cientistas não falam!
Entretanto, algumas informações importantíssimas vêm sendo omitidas pela Ciência ao longo de todos esses anos. Uma delas é que não se conseguiu gerar um único ser vivo no laboratório – apenas aminoácidos. Aqui, cito o Dr. Charles McCombs, Ph.D. em Química Orgânica:
Aminoácidos podem ser os tijolos das proteínas, e proteínas são necessárias para a vida, mas isso não significa que aminoácidos são os tijolos da vida. Eu poderia ir a uma loja de autopeças e comprar todas as peças para construir um carro, mas isso não iria me fornecer um veículo motorizado em funcionamento. Assim como deve haver um mecânico para fazer um veículo motorizado a partir daquelas autopeças, deve haver um montador para fazer os aminoácidos se tornarem proteínas e, assim, possibilitar a vida em nossos organismos.
Outra questão importante tem a ver com a arquitetura química dos aminoácidos.
As moléculas dos aminoácidos são formadas por vários átomos que se encaixam, dando origem a uma estrutura em três dimensões. Essas moléculas, quando submetidas à luz polarizada (de um aparelho chamado polarímetro), podem desviar um feixe de luz para a direita (molécula dextrógira) ou para a esquerda (molécula levógira). Na Química, esse fenômeno recebe o nome de quiralidade. Dessa forma, duas moléculas (chamadas enantiômeros) podem ser idênticas e simétricas entre si, com a única diferença de que uma é dextrógira e outra, levógira. São como uma imagem no espelho uma da outra, exatamente como nossas mãos direita e esquerda. Uma mistura equilibrada dos dois tipos de molécula (chamada mistura racêmica) não desviaria a luz, pois uma anularia o efeito da outra.
Um dos primeiros pesquisadores a observar esse fenômeno foi Louis Pasteur, ao estudar as propriedades óticas de substâncias isoladas do tártaro que se depositava nos barris de vinho durante o processo de envelhecimento. Ele isolou o ácido tartárico (que desviava a luz polarizada para a direita) e o ácido paratartárico, que desviava a luz polarizada para a esquerda. Essa observação deu origem à estereoquímica, que é a parte da Química Orgânica que estuda as moléculas em três dimensões.
Em uma experiência na qual os aminoácidos são formados ao acaso, comprovadamente o resultado obtido seria uma mistura racêmica, com mais ou menos 50% na forma L (levógira) e 50% na forma D (dextrógira). É como jogar uma moeda para o alto – temos 50% de chance de obter cara e 50% de obter coroa. Esse seria o resultado esperado se a vida realmente houvesse surgido a partir de fenômenos casuais semelhantes ao da experiência de Miller citada anteriormente.
Novamente, recorro ao Dr. Charles McCombs para explicar a deficiência da experiência de Miller e de todas as tentativas subsequentes de provar como a vida poderia ter surgido espontaneamente:
Embora Miller e Urey tenham formado aminoácidos em seus experimentos, todos os aminoácidos que se formaram tinham carência de quiralidade. É um fato da Química aceito universalmente que a quiralidade não pode ser criada em moléculas químicas por um processo aleatório. [...] O fato de aqueles aminoácidos perderem quiralidade não é só um problema a ser debatido, mas também aponta para um insucesso catastrófico na tentativa de provar que “vida” surgiu de produtos químicos por processos naturais.
Impossível ter acontecido por acaso
No artigo O Fenômeno da Quiralidade – Bases de Estereoquímica, Ana Paula Paiva observa que, no ser humano, existem 22 tipos de aminoácidos que constituem as proteínas e as enzimas. Apenas um dos aminoácidos (glicina) não é quiral; todos os demais 21 o são. Dos 21 aminoácidos quirais, 20 têm a mesma configuração levógira (esquerda), enquanto só a cisteína (o único aminoácido contendo enxofre) tem a configuração inversa.
O que teria determinado toda essa preferência quiral? Por que, em nosso organismo, encontramos basicamente aminoácidos levógiros? O que aconteceu para que os dextrógiros não fossem formados? Quem interferiu nos resultados dessa experiência?
O mesmo artigo formula a pergunta da seguinte maneira: “Existirá quiralidade nos compostos químicos constituintes dos seres vivos terrestres por acaso? Ou a quiralidade será antes uma predestinação nascida nos confins do Universo?”
O cientista brasileiro, Dr. Marcos N. Eberlin, chama essa característica de “assinatura química”, uma autenticação de Deus em sua obra criada:
A vida, quando observada `mais de longe´, superficialmente, já se mostra extremamente bela, complexa, simétrica, sincronizada, uma obra de arte, um esplendor absoluto. [...] Como químico, estudo a arquitetura da matéria, como foram formados os átomos, as moléculas, quais são as leis que regem o mundo atômico e molecular e suas transformações. Percebo, então, em uma dimensão atômica e molecular, como Deus é realmente um Ser de suprema inteligência e elegância, o Arquiteto, o Artista sem-par. Nessa dimensão, percebo uma riqueza extraordinária de detalhes, uma arquitetura constituída das mais diferentes formas geométricas, lindas, harmônicas, periódicas, perfeitas. [...] As proteínas, outro espetáculo, uma arquitetura química tridimensional e com pontos de encaixe engenhosamente posicionados que confere a essas moléculas propriedades diversas, uma eficiência extraordinária como aceleradores de reações jamais igualada por qualquer outra espécie química. Beleza, simetria, design, engenhosidade, sincronismo, ordem, linguagem e periodicidade, quantização, tridimensionalidade - são assinaturas inquestionáveis de um Deus em tudo absolutamente espetacular!
Os estudos de Estereoquímica ganharam importância nos anos 60, a partir do fenômeno talidomida. A talidomida é um sedativo leve e pode ser utilizado no tratamento de náuseas, muito comum no período inicial da gravidez. Quando foi lançado, era considerado seguro para o uso de grávidas, sendo administrado como uma mistura racêmica, ou seja, uma mistura composta pelos seus dois enantiômeros, em partes iguais. Entretanto, uma coisa que não se sabia na época é que o enantiômero L levava à má-formação congênita, afetando principalmente o desenvolvimento normal dos braços e pernas do bebê. O uso indiscriminado desse fármaco levou ao nascimento de milhares de pessoas com gravíssimos defeitos físicos. Um outro exemplo da quiralidade é o adoçante aspartame, no qual o isômero L é doce e o D é amargo.
A observação da quiralidade é muito importante, pois, para agir no organismo, uma substância precisa ligar-se a um receptor específico na membrana celular ou interagir com uma enzima, que é uma proteína de alto nível organizacional. Uma molécula com a quiralidade invertida simplesmente não se encaixaria corretamente no receptor, não cumprindo seu propósito ou provocando uma reação totalmente indesejável como no caso da talidomida citada acima.
Outro problema para os evolucionistas é o DNA. A molécula de DNA é feita de bilhões de moléculas químicas complexas denominadas nucleotídeos, e essas moléculas de nucleotídeo existem como isômeros ópticos “D” ou dextrógiros. Os isômeros “L” de nucleotídeos podem ser preparados em laboratório, mas não existem no DNA natural. Não há meios pelos quais um processo aleatório pudesse ter formado essas proteínas e o DNA com sua quiralidade singular.
Quando moléculas de nucleotídeos vêm juntas para formar a estrutura do DNA, elas desenvolvem uma espiral que forma a estrutura de dupla hélice do DNA. O DNA desenvolve uma espiral na cadeia, porque cada componente contém quiralidade. Se uma molécula na estrutura do DNA tivesse quiralidade imprópria, o DNA não existiria na forma de dupla hélice e não exerceria corretamente sua função.
Alguma coisa mágica aconteceu nesse processo de criar isômeros de apenas um tipo. Seria algo parecido com jogar uma moeda pra cima por milhões de vezes e só tirarmos coroa – e nenhuma vez cara! Não temos como fugir: alguém estava no controle de todo esse processo. Sabe quem? Deus!
Alguns cientistas, professores e jornalistas atuais tentam isolar Deus no campo da religião, deixando a Ciência totalmente isenta de conceitos relacionados com a divindade. Esse argumento é bastante usado para se impedir o ensino da teoria criacionista nas escolas paralelamente com a teoria de evolução das espécies. Depois de tudo o que foi exposto acima, é difícil acreditar que a quiralidade típica dos compostos químicos constituintes dos seres vivos se tenha desenvolvido por acaso. Assim, como se poderá justificar esse fenômeno insólito? Como podemos separar Deus da Ciência, pois ele mesmo foi o autor e gestor de todos os fenômenos naturais? Ou aceitamos que ele criou todos os nossos aminoácidos e proteínas quirais ou continuaremos nas trevas da informação científica, tentando explicar verdades absolutas de forma fantasiosa. Aí, a Ciência deixa de ser Ciência e passa a ser superstição.
Fontes de pesquisa:
Nossa Homoquiralidade – artigo de Michelson Borges
Fármacos e Quiralidade - http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/03/quiral.pdf
O Fenômeno da Quiralidade – Bases da Estereoquímica, de Ana Paula Paiva (publicado no Boletim da Sociedade Portuguesa de Química) http://www.spq.pt/boletim/docs/boletimSPQ_103_056_09.pdf
Importância Farmacêutica dos Compostos Quirais - http://www.farmacia.ufg.br/revista/_pdf/vol4_1/REF%2008-14.pdf http://www.impacto.org.br/t02006.htm
por Ezequiel Netto
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